AsBEA-PR integra grupo que estuda ações de curto, médio e longo prazo para um dos maiores desafios da capital
Legenda da foto: Francisco Almeida, presidente da AsBEA-PR, vice-prefeito Paulo Martins e Carlos Eduardo Canto, presidente da Confraria Imobiliária. Foto de Gerson Lima.
O futuro do Centro de Curitiba está no centro das discussões da cidade e o projeto de recuperação da região conta com um conjunto de ações públicas de curto, médio e longo prazo, que desafiam o poder público e a sociedade na busca de soluções para problemas como a revitalização comercial e a reconstrução de um ambiente seguro para moradores e turistas.
“Este é um dos maiores desafios urbanísticos de Curitiba e também da maioria das capitais e grandes cidades do mundo: como garantir que a região central seja viva, inclusiva e segura. Certamente, é um esforço que precisa envolver toda a sociedade e a AsBEA-PR está empenhada em dar sua colaboração”, diz o arquiteto Francisco Almeida, presidente da AsBEA-PR, que participou do evento e vem acompanhando esse debate, levando as contribuições dos escritórios de arquitetura paranaense.
Autoridades, representantes do setor imobiliário e entidades de classe têm se reunido para tratar dessa temática, como no encontro de maio da Confraria Imobiliária, que reúne 90% do PIB setorial da cidade, e durante o qual o vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins, responsável por coordenar as ações de requalificação da região central da cidade, apresentou um panorama das ações que a prefeitura está discutindo com a sociedade.
O vice-prefeito Paulo Martins detalhou o plano “Curitiba de Volta ao Centro”, que está estruturado em ações de curto, médio e longo prazo para transformar a região central da capital paranaense.
No curto prazo, desde janeiro, a prefeitura implementou melhorias no calçamento e nas ruas, modernização da iluminação pública com a instalação de mais de 77 mil lâmpadas de LED e iniciativas como a renovação de calçadas e a promoção de eventos culturais para atrair a população.
Também está em andamento o reforço da segurança com aumento do policiamento e vigilância, além da intensificação das abordagens sociais para atendimento de pessoas em situação de rua, um dos maiores problemas do Centro.
Para o médio prazo, ao longo de 2025, o foco será a reocupação da região central, com destaque para a instituição do programa Aluguel Social, que visa a estimular a moradia em imóveis atualmente ociosos e facilitar a conversão de prédios comerciais em residenciais.
A prefeitura também planeja incentivos para o comércio e medidas para simplificar o processo de regularização de imóveis, facilitando a abertura de novos negócios.
Já no longo prazo, até 2028, a estratégia é incentivar o retrofit de edifícios comerciais e residenciais abandonados, promovendo a modernização e o uso sustentável do patrimônio histórico e arquitetônico do Centro. O plano também prevê a criação de distritos criativos e tecnológicos, além de incentivos fiscais para fomentar o desenvolvimento imobiliário e atrair novos investimentos para a região.
O presidente da AsBEA-PR, Francisco Almeida, destacou a importância do olhar técnico dos arquitetos nesse processo: “Os arquitetos acompanham cada etapa desse projeto com olhar atento e comprometido, pois entendem que revitalizar o Centro é, antes de tudo, desenhar novas possibilidades de convivência, cultura e desenvolvimento para toda a cidade”.
A revitalização do Centro de Curitiba é vista como uma ação conjunta entre poder público, setor privado e sociedade, com o objetivo de devolver vitalidade, segurança e oportunidades à região central, tornando-a novamente um polo de convivência, negócios e cultura.
Também estiveram presentes os vereadores Tico Kuzma, presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Rafaela Lupion, presidente da Comissão de Urbanismo e Guilherme Kilter, presidente da Frente Parlamentar para o mercado imobiliário. Tico Kuzma enfatizou a importância do Legislativo estar conectado com os interesses dos empresários do setor imobiliário.
“O Poder Público precisa de vocês, de todas as entidades participando da discussão da cidade. Estamos aqui para ouvir e tomar as melhores decisões em busca da cidade que queremos”, garante.
Presidentes de entidades de classe também marcaram presença: Ricardo Toyofuku, do SECOVI; Amilton de Souza, de CVI; Emerson Freitas, da ADPI; Elcio Gomes, da Rede UNA; e João Teodoro da Silva, do COFECI.
Texto para IG
O futuro do Centro de Curitiba está no centro das discussões da cidade e o projeto de recuperação da região conta com um conjunto de ações públicas de curto, médio e longo prazo, que desafiam o poder público e a sociedade na busca de soluções para problemas como a revitalização comercial e a reconstrução de um ambiente seguro para moradores e turistas.
“Este é um dos maiores desafios urbanísticos de Curitiba e também da maioria das capitais e grandes cidades do mundo: como garantir que a região central seja viva, inclusiva e segura. Certamente, é um esforço que precisa envolver toda a sociedade e a AsBEA-PR está empenhada em dar sua colaboração”, diz o arquiteto Francisco Almeida, presidente da AsBEA-PR, que participou do evento e vem acompanhando esse debate, levando as contribuições dos escritórios de arquitetura paranaense.
Autoridades, representantes do setor imobiliário e entidades de classe têm se reunido para tratar dessa temática, como no encontro de maio da Confraria Imobiliária, que reúne 90% do PIB setorial da cidade, e durante o qual o vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Martins, responsável por coordenar as ações de requalificação da região central da cidade, apresentou um panorama das ações que a prefeitura está discutindo com a sociedade.
O vice-prefeito Paulo Martins detalhou o plano “Curitiba de Volta ao Centro”, que está estruturado em ações de curto, médio e longo prazo para transformar a região central da capital paranaense.


